Fonte:PortalMidoia.net
Ex-prefeita Adailma Fernandes,
Atual prefeito Luís Machado e
Valdir Lima
UMA HISTÓRIA DE AMOR E ÓDIO QUE SÓ A GANANCIA CONSEGIU APAZIGUÁ
Caros leitores comemorações pelos 53 anos de nossa cidade revelou muita coisa interessante... Analizando pelo o que foi publicado encontrei uma infinidade de contradições, mas algo que realmente me chamou a atenção foi esta fotografia onde Luís, Adailma e Valdir estão, juntos com o Vice -Governador. Devo admitir quem em momento algum eu imaginaria ver estas três figuras juntas depois de tantas ataques, acusações e processos entre os mesmos. Entretanto senti falta de duas pessoas para fechar com chave de ouro este riscado, é o ex-vereador Wilson Massau e a primeira dama de fato e direito.
Está união até hoje poucos frutos rendeu a população Serrana, e o que podemos apurar é que os únicos beneficiados até o momento com tal união foram os lobos famintos que antes comportavam-se como oposição quando na verdade esperavam pelo chamado a divisão do poder.
Deixando de lado esta vergonha, ou a falta dele vamos seguir em frente com um Artigo que achei bem interessante e divido com os leitores deste espaço.
Leia o artigo de Janguiê Diniz comentando o comportamento dos homens públicos. Janguiê é Doutor em Direito, Fundador e Acionista Controlador do Grupo Ser Educacional.
Homens Públicos
Os homens que participam da gestão dos estados republicanos podem ser considerados públicos. Entretanto, homens públicos não são só estes. Existem os verdadeiros homens públicos que, embora não integrem a gestão estatal, reconstroem a sua própria existência em torno de dimensões simbólicas - mesmo sem a intenção de fazê-lo, às vezes. São os artistas, políticos, figuras religiosas, escritores, empresários, intelectuais que, enraizados inicialmente em sua própria bio-história pessoal ( seja o caráter, a estrutura pulsional, o temperamento), são levados a expandir-se, a renovar-se por meio de processos de simbolização que o fazem participar na totalidade do mundo midiático. O mundo, de fato, dissolve-se em formas de expressão.
Diante de uma sociedade midiática, onde os órgãos de comunicação criam e matam celebridades, divulgando, e às vezes inventando fatos, homens públicos são aqueles que se destacam na sociedade, servindo de exemplo para a maioria dos indivíduos de uma dada localidade, despertando a atenção da opinião pública, despertando o olhar alheio.
Homens públicos, assim como os cidadãos comuns, atuam em suas profissões e misteres, praticam as suas atividades de lazer, têm suas preferências, fazem escolhas e são escolhidos, ou não. A mídia, a seu turno, fica atenta às ações, atividades, preferências e escolhas , sempre com a intenção de divulgar para a sociedade o que despertar mais interesse, principalmente os fatos e ações negativas desses homens. É a hipermodernidade com sua vigília e, sobretudo, com sua indústria cultural. Dela, surge o star-system, valendo-se de listas dos mais populares, dos recordes de venda, de hit-parades e, sobretudo, valendo-se do que é banalizado ou mesmo degradado. Quanto mais consumido, menos efêmero se torna.
Numa sociedade democrática como a nossa, alicerçada por recursos tecnológicos, o homem público está sempre online. A liberdade de imprensa tem o conforto da tecnologia e, sem qualquer restrição, suas câmeras revelam - e às vezes “produzem” - fatos acerca do homem público, sem vir a sofrer qualquer punição. Por via de consequência, o público formará uma opinião sobre os fatos (ou invenções publicadas), passando a admirá-lo ou reprová-lo. Temos a planetarização de um sistema.
E as câmeras não dormem à porta do gestor público. Lidam com verbas públicas. Talvez seja a janela mais vigiada. Nesse contexto, devem se portar com uma reputação da mais ilibada possível para conquistar a admiração da opinião pública. Do contrário, são reprovados e execrados pela mídia e pela opinião pública.
Mesmo assim, a corrupção tornou-se uma prática generalizada em setores do governo federal. O que nos alegra, entretanto, é que, embora alguns brasileiros, principalmente certos governantes, tolerem a prática da corrupção, afirmamos categoricamente que a maioria de nosso povo reprova veementemente esta nefasta prática em todos os setores da vida pública. Ocorre a crise, a perda da confiança. É a degradação que o torna expressivo, agora. Temo-lo como exemplo do que não se deve conceber. Mas, felizmente, ainda o temos sob as lentes. Parodiando Sócrates, há homens que carregam cicuta no próprio bolso do paletó.
Graças ao repúdio do povo brasileiro e a publicação pela mídia, diversos atos de corrupção ocorridos nos diversos ministérios do governo federal vieram à baila, acarretando a derrubada de diversos ministros que não honraram a confiança que lhe foi depositada nas urnas pela maioria do povo brasileiro. Que isto sirva de exemplos para os atuais e para os futuros homens públicos, pois a mídia e a opinião pública não perdoarão aqueles que, praticando ilicitudes, tentam ludibriar os cidadãos brasileiros. O mundo online há de obrigá-los a beber o próprio veneno de suas ações.
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PS: Se você leu este artigo com atenção com certeza percebeu que ele responde a muitas perguntas que rotineiramente recebemos em forma de criticas aqui neste espaço. Espero que os criticos de plantão defensores dos indefinsivés possam perceber que o tempo passou, que ascoisas mudaram e nada mais é como antes.
Um abraço,
Até a proxíma!
Esse texto resume um conceito preciso de homens públicos, dos que horam e enriquecem o meio em que vivem e os que tentam denegrir a imagem desses, e assim se sentirem vitoriosos.
ResponderExcluirTenho a minha vida, a minha história e que todos conhecem, principalmente aqueles que conviveram e os que ainda convivem comigo na política, no trabalho, na convivência íntima com familiares e amigos. Não concordo com alguns que dizem que, em sendo a política suja, deve-se jogar mais sujo ainda. Jamais juntei-me a quem quer que seja para fazer acordos visando interesse pessoal ou para trair, injuriar e atacar injustamente qualquer cidadão. Portanto, quem tiver qualquer prova de um ato ilícito que tenha cometido, tem minha autorização para representar contra mim em qualquer instância jurídica e provar o que divulga.
Para quem parar para lê e refletir sobre o texto, certamente se enquadrará num dos exemplos de homens públicos apresentados. Seu blog tem sido muito importante, no tocante a espaço para se debater e apresentar soluções para os mais diversos problemas de nossa terra.
Abraços.
Júnior